Espetacular o III Fórum Internacional de Mídia do Rio de Janeiro, no MAM, dia 13/05/08. Muito bom mesmo: Local confortável, agradável e bem estruturado. Conteúdo atualizado, de qualidade e diversificado. Público abrangente e representativo do mercado. Já que sem patrocinadores não “rola” evento, registro o agradecimento a BandNews FM, Jornal O Dia, Rádio FM O Dia, Editora Globo, Turner e UOL (que em breve hospedará os vídeos das palestras).
Os estudos sobre geradores de tendências, seus disseminadores e seguidores, são a “tendência” de investigação e organização de segmentos de público para mapear novidades, comportamentos e opiniões de grupos que mais influenciam outros. Eles trazem uma excelente contribuição para o planejamento de comunicação, planejamento de mídia, desenvolvimento de novos produtos e serviços.
O estudo de tendências é o conceito de formadores de opinião ampliado e evoluído:
Ampliado - Sem restringi-lo somente ao conceito clássico de formador de opinião; público adulto, qualificado, membros da imprensa, do governo, empresários... Os formadores de opinião específicos de diferentes assuntos (música, artes, esportes, gastronomia, carros, moda, etc.) e comportamentos.
Evoluído – Sua divisão entre geradores e disseminadores de opinião, estabelecendo um processo estruturado de investigação, comunicação e multiplicação de informação.
O estudo de tendências vasculha o processo de formação de opinião da sociedade em diversos grupos de consumidores. Amplia, dá sentido e valoriza a segmentação no processo de comunicação. Reforça a tendência da segmentação das mídias. É conseqüência desse processo e ao mesmo tempo gerador dele.
O estudo de tendências valoriza as mídias segmentadas frente as mídias de massa. Dificulta o jogo para quem está dentro e facilita para quem está fora. As grandes empresas que estão dentro precisam reestruturar seu processo de comunicação, olhando para trás e para pequenos grupos importantes (como já estão fazendo em muitos casos e bastante tempo). Pequenas e médias empresas que estão fora podem entrar por esses grupos de formadores de opinião e fazer estrago junto ao grande público. Dificulta o jogo em equilibrar as ações de massa para gerar vendas versus as ações segmentadas para influenciar a formação de opinião.
Isso tudo é muito bom. Força a evolução dos estudos de mídia para segmentação de públicos geradores e multiplicadores de opinião. Torna o trabalho de mídia mais divertido, mais complexo e mais valorizado. Potencializa os resultados do trabalho integrado entre o planejamento, a criação e a mídia, que é muito mais do que uma tendência, é uma realidade do nosso processo de comunicação.
segunda-feira, 2 de junho de 2008
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